A vereadora Mônica Franco apresentou, na Câmara Municipal de Oriximiná, uma série de requerimentos voltados às áreas da educação, infraestrutura e saúde pública. As matérias seguem em tramitação na Casa Legislativa e devem ser analisadas pelas comissões competentes. Um dos requerimentos solicita informações sobre procedimentos adotados na Escola Municipal Laura Wanderley Diniz, especialmente em relação ao fornecimento de materiais de limpeza e ao funcionamento da cantina escolar.
Segundo a parlamentar, a demanda surgiu após relatos da comunidade escolar sobre pedidos de materiais de limpeza feitos a pais e responsáveis. O objetivo é esclarecer como essas solicitações estão sendo conduzidas e se existe orientação institucional sobre o tema, diante das dificuldades financeiras enfrentadas por algumas famílias. O documento também pede informações sobre a gestão financeira da cantina da escola, incluindo formas de recebimento de valores, como transferências via PIX, e os mecanismos de controle e prestação de contas utilizados pela unidade.
Em outra matéria, a vereadora solicitou vistoria técnica e possível manutenção de ramais de acesso à Escola Novo Milênio. O pedido inclui o Ramal dos Barretos, Ramal Novo Paraíso, Ramal da Dona Lucimar e Ramal da Dona Ana. De acordo com o requerimento, as vias são utilizadas diariamente por estudantes, professores e moradores da região, mas enfrentam dificuldades de trafegabilidade, principalmente durante o período chuvoso. A proposta busca contribuir com as ações já desenvolvidas pelo Poder Executivo para garantir melhores condições de acesso à comunidade escolar.
Na área da saúde, Mônica Franco também protocolou um projeto de lei que estabelece diretrizes para a continuidade e eficiência dos atendimentos de fisioterapia e terapia ocupacional na rede pública municipal e em instituições conveniadas. A proposta prevê que o Poder Executivo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, adote medidas para reduzir progressivamente o tempo de espera de novos pacientes, com meta prioritária de até 45 dias para o início do atendimento, conforme planejamento e disponibilidade orçamentária. O texto determina ainda que a contagem do prazo passe a valer a partir da data do encaminhamento médico ou da solicitação de avaliação na unidade de saúde. A matéria segue em tramitação no Legislativo municipal.














































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