A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), divulgou nesta segunda-feira (16), dez cidades paraenses que possuem mais casos de malária em 2022. Do total de notificações confirmadas este ano, nessas cidades foram registradas 4.491 confirmações da doença.
De acordo com o levantamento da SESPA somente este ano, 1.636 casos da doença ocorreram em área de garimpo, 1.590 em área rural, 1.075 em área indígena e 262 em área urbana e 13 em assentamento.
Jacareacanga, na região sudoeste, é a cidade com o maior número de casos de malária no Pará. Nos quatros primeiros meses de 2022, foram confirmadas 1.359 notificações. ainda segundo a Sespa, Itauituba segue em segundo lugar no ranking da doença, com 1.175 casos, e Anajas, no Marajó, ficou em terceiro com 861 registros.
No baixo amazonas, o município de Oriximiná, ocupa a oitava posição com 135 casos confirmados da doença.
Veja quais são as cidades paraenses com mais casos de malária em 2022:
- 1º Jacareacanga – 1.359 casos;
- 2º Itaituba -1.175 casos;
- 3º Anajás – 861 casos;
- 4º Breves – 287 casos;
- 5º Altamira – 199 casos;
- 6º Cumaru do Norte – 180 casos;
- 7º Almerim – 171 casos;
- 8º Oriximiná – 135 casos;
- 9º Afuá – 84 casos;
- 10º Bagre – 58 casos.
O que é a malária?
A malária é uma doença endêmica, causada por parasitas, transmitida para as pessoas por meio da fêmea infectada do mosquito Anopheles. É possível prevenir e tratar a doença. Caso não haja o rápido diagnóstico e o início do controle, por meio de medicamentos, a doença pode ser fatal.

Como prevenir a malária?
É possível prevenir o contágio, por consequência, a transmissão dos parasitas. A prevenção normalmente acontece de duas formas: uma por meio de uso químico, o que inclui a utilização de inseticida e pulverização residual interna, ou com uso de protetores, como os mosqueteiros.
Quais os sintomas da malária?
Normalmente, a pessoa com malária apresenta dor de cabeça, febre alta, calafrios, tremores e sudorese. Em alguns casos, na fase inicial, os pacientes também podem ter náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.
Ações pelo interior do Pará
Em Jacareacanga, 20 profissionais de saúde da Sespa foram enviados para ações em áreas de garimpos e comunidades indígenas. Os agentes vão permanecer por 16 dias em atividades, com busca ativa, levantamentos de dados entomológicos – para futuros estudos sobre o mosquito, além de acesso ao diagnóstico. A programação, nessas áreas com maiores registros, seguirá até dezembro deste ano.
Com informações da SESPA
Fonte: O Liberal















































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