A Mineração Rio do Norte (MRN) lançou um portal com informações detalhadas e atualizadas sobre suas estruturas de disposição de rejeitos, em uma iniciativa que reforça o compromisso da companhia com a segurança operacional, a transparência e a responsabilidade socioambiental. A plataforma digital, que já está disponível ao público, contempla dados sobre as barragens localizadas nos sistemas Saracá Leste e Saracá Oeste, no distrito de Porto Trombetas, em Oriximiná, no Oeste do Pará.
O lançamento está alinhado ao Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos (GISTM, na sigla em inglês), referência internacional criada para orientar a gestão segura e ética de barragens em todo o mundo. Ao aderir ao GISTM, a MRN cumpre exigências que envolvem critérios técnicos rigorosos voltados à proteção de vidas humanas, preservação ambiental e à integridade física das estruturas de rejeitos durante todo o seu ciclo de vida.
“O portal é um passo relevante na conformidade com o GISTM e também um gesto de abertura com a sociedade. Queremos que as informações estejam disponíveis de forma acessível e clara, reforçando nossa postura de diálogo e de prestação de contas”, destacou o diretor de Operações da MRN, Rogério Junqueira.
A ferramenta atende ao Requisito 15.1 do GISTM e reúne dados como classificações de risco e de dano potencial, planos de emergência, mecanismos de governança, avaliações de segurança e outras informações técnicas relevantes. O conteúdo foi desenvolvido com a colaboração de especialistas de múltiplas áreas e envolveu representantes de diferentes partes interessadas, como forma de garantir a robustez e a representatividade das informações apresentadas.
Junqueira enfatiza que a segurança é um valor inegociável para a companhia. “A proteção das comunidades, dos nossos empregados e do meio ambiente está no centro das nossas decisões. Por isso, temos investido continuamente em inovação, tecnologias e práticas que ampliem a confiabilidade das nossas operações e promovam o cuidado com o território em que atuamos”, afirmou.
O GISTM foi criado em 2020 a partir da Revisão Global de Rejeitos, uma iniciativa conjunta do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI) e do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM). Desde então, tornou-se um dos principais marcos regulatórios da mineração global, consolidando-se como referência para empresas comprometidas com padrões elevados de segurança e sustentabilidade.















































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