A Mineração Rio do Norte (MRN), maior produtora de bauxita do Brasil, divulgou nesta quinta-feira (11) a segunda edição do Por Dentro da MRN, publicação semestral de transparência que reúne resultados econômicos, sociais e ambientais da empresa. O relatório destaca avanços em sustentabilidade no primeiro semestre de 2025, com foco em transição energética, reflorestamento de áreas mineradas e impacto socioeconômico na região Oeste do Pará.
Entre as principais iniciativas está o Projeto Linha de Transmissão (PLT), que conecta a MRN ao Sistema Interligado Nacional de Energia. Segundo a empresa, a medida pode reduzir em até 90% as emissões de gases de efeito estufa associadas à geração de energia.

Outro ponto em destaque é o programa de reflorestamento, que já recuperou mais de 8 mil hectares. A empresa adotou um sistema de monitoramento inédito, baseado em parâmetros científicos internacionais, para avaliar a efetividade da restauração ecológica. “Nosso compromisso é claro: gerar valor de forma integrada, com transparência, diálogo e responsabilidade socioambiental. Neste momento, em especial, nosso foco é intensificar o combate à crise climática, aprimorando processos e investindo em recursos e ciência para garantir a preservação da floresta para as gerações presentes e futuras”, afirmou Guido Germani, CEO da MRN.

A publicação também aponta resultados na economia regional. No primeiro semestre de 2025, a empresa destinou R$ 347 milhões em compras de fornecedores locais. Foram registradas ainda 5,4 mil participações em ações de qualificação profissional para empregados e moradores da região, além de R$ 35,5 milhões em projetos socioambientais em áreas como saúde, educação, cultura e infraestrutura.

O lançamento do relatório acontece em um ano simbólico para a agenda climática, com a realização da COP 30 em Belém (PA). Para a MRN, a conferência reforça a importância da Amazônia no debate global sobre mudanças climáticas.















































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